domingo, 9 de dezembro de 2012

A Cultura de Massa, a Policultura e a Sociedade

           As transformações no sistema de cultura do mundo desde a época de 1950 até os dias de hoje são notáveis. Nos tempos antigos, cultura era um termo muito comum na sociedade. Todos iam a um bom teatro, um cinema, e até assistir peças teatrais nas ruas mesmo. Davam valor à cultura. O tempo foi passando, e mesmo com o golpe militar e a repressão do governo, a população ainda insistiu. Muitos eram estudantes, que queriam um mundo melhor, um país melhor e retratavam isso em cultura.

            Com a chegada do século 21, a crise na cultura se exerce no país e a população passa a consagrar a tecnologia e a vida noturna, esquecendo e deixando de lado o que o Brasil tem de bom a oferecer. Bons filmes, peças teatrais entre outras formas de cultura. O que predomina nos dias de hoje é a cultura de massa, também chamada de cultura popular. É caracterizada pela imagens e fenômenos famosos que acontecem no mundo virtual, os “virais”, “redes sociais” etc, além de ser fortemente influenciada pela mídia de massa.

     Na cultura popular existem subculturas; crenças no superficial, consumismo, sensacionalismo e corrupção. O termo surgiu no século XIX, em uso original para se referir à educação e cultura das classes mais baixas.

          “Cultura de Massa é o total de ideias, perspectivas, atitudes, memes, imagens e outros fenômenos que são julgados como preferidos por um consenso informal contendo o mainstream de uma dada cultura.” (Fonte: Internet). É entendível como cultura influenciada ou influenciável. Por que será que a cultura de antigamente foi dizimada? Será que estamos numa era de revoltas e desistências, já que a tecnologia e as teorias de informação estão dizendo que o mundo vai se acabar?

          Não se deve acreditar em tudo que é dito. O problema da sociedade é a influência. Grande parte da população é facilmente controlada por ela mesma. Quem diria que peças de teatro e filmes brasileiros não seriam um dos mais vistos? A influência do estrangeiro causou isso na sociedade. O cinema americano é o mais visto no país... além de que, famílias, influenciadas pelo externo, passam isso para seus precedentes, sem nem sequer, perceber.

      A sociedade precisa acordar para ter sua cultura de volta. Se diz “policultural”, mas resumindo é “farinha do mesmo saco”. Nota-se também, a vontade dos jovens de se soltar. Por exemplo: Se um jovem ouve da sociedade que ela é policultural, ele deseja seguir seu rumo e escolher sua própria cultura e seguimento, mas para isso, precisa da emancipação, causando um grande transtorno para a família, que lá no começo, ajudou a criar ele dessa forma.

          Acredito que bastou uma crise popular para dar início a várias crises na sociedade.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Antiguidade vira decoração em casa

           A partir do século XX, a decoração das casas mudou bastante. Entre as décadas de 50, 60 e 70, as cores predominavam e, o que chamamos de “brega” hoje em dia, era moda na época. Xadrez, azulejos de várias cores nas paredes, sofá e eletrodomésticos vermelhos, eram itens quase que obrigatórios nas residências dos brasileiros.

            O tempo foi passando e a “padronização” foi ganhando espaço. A partir do século XXI, as pessoas foram tomando gosto por tecnologia e cores mais suaves em suas casas, além de objetos novos, finos e de design arrojado. Mas como toda regra há uma exceção, de alguns tempos para cá, veio-se notando a grande presença de objetos antigos nas residências.

            A casa do Cerimonialista Marcilio Reinaux, trás desde uma referência do modernismo recifense ao antiquado gosto europeu. Com objetos desde o século XIX, Reinaux faz, da decoração de sua casa, um jogo de passado e presente.

“Estou no meio termo. Guardo apenas o que julgo interessante e que tenha em mim, despertado algum tipo de interesse. No meu caso, guardo objetos que sejam um referencial de fatos ou acontecimentos, os quais eu entenda, que precisam ser lembrados em futuro, seja por alguma necessidade ou por mero prazer de ter.” frisa Marcilio.

O termo “Memorabilia” é uma expressão latina que envolve esse imenso universo de guardar e colecionar objetos. Significa literalmente: "coisas que servem para serem lembradas". Embora sendo de ampla aplicação, mais se ajusta  a partir do momento em que se torna necessário recordar, recolher ou mesmo editar obras de autores antigos. Preservar a memória e projeta-la para a posteridade, parece ser o papel fundamental da memorabilia.

Assim, de certa forma, guardar objetos, por quaisquer que sejam as razões, históricas, sentimentais, mercantilistas, quem o faz, ou seja, quem guarda, está nada mais do que praticando uma boa forma de Memorabilia. Assim, diz-se que tudo o que teve um significado importante para uma pessoa, pode ser preservado e ou mesmo recuperado com uma memorabilia, que na prática é o recolher de forma preferencialmente organizada, experiências vivenciadas com objetos, conhecimentos adquiridos, enfim tudo aquilo que marcam a vida e pela importância que possuem devam ser preservadas.

“Todos os objetos que tenho em minha casa representam um pequeno fragmento de um  grande e maior "tesouro" posto. Cada um têm uma "história", algumas agregadas de valor sentimental, outras não.” Afirmou Marcilio.

A Cultura de Massa, a Policultura e a Sociedade


O livro se trata das transformações no sistema de cultura do mundo desde a época de 1950 até os dias de hoje. Nos tempos antigos, cultura era um termo muito comum na sociedade. Todos iam a um bom teatro, um cinema, e até assistir peças teatrais nas ruas mesmo. Davam valor à cultura. O tempo foi passando, e mesmo com o golpe militar e a repressão do governo, a população ainda insistiu. Muitos eram estudantes, que queriam um mundo melhor, um país melhor e retratavam isso em cultura.

Com a chegada do século 21, a crise na cultura se exerce no país e a população passa a consagrar a tecnologia e a vida noturna, esquecendo e deixando de lado o que o Brasil tem de bom a oferecer. Bons filmes, peças teatrais entre outras formas de cultura. O que predomina nos dias de hoje é a cultura de massa, também chamada de cultura popular. É caracterizada pela imagens e fenômenos famosos que acontecem no mundo virtual, os “virais”, “redes sociais” etc, além de ser fortemente influenciada pela mídia de massa.

Na cultura popular existem subculturas; crenças no superficial, consumismo, sensacionalismo e corrupção. O termo surgiu no século XIX, em uso original para se referir à educação e cultura das classes mais baixas.

“Cultura de Massa é o total de ideias, perspectivas, atitudes, memes, imagens e outros fenômenos que são julgados como preferidos por um consenso informal contendo o mainstream de uma dada cultura.” (Fonte: Internet). É entendível como cultura influenciada ou influenciável. Por que será que a cultura de antigamente foi dizimada? Será que estamos numa era de revoltas e desistências, já que a tecnologia e as teorias de informação estão dizendo que o mundo vai se acabar?

Não se deve acreditar em tudo que é dito. O problema da sociedade é a influência. Grande parte da população é facilmente controlada por ela mesma. Quem diria que peças de teatro e filmes brasileiros não seriam um dos mais vistos? A influência do estrangeiro causou isso na sociedade. O cinema americano é o mais visto no país... além de que, famílias, influenciadas pelo externo, passam isso para seus precedentes, sem nem sequer, perceber.

A sociedade precisa acordar para ter sua cultura de volta. Se diz “policultural”, mas resumindo é “farinha do mesmo saco”. Nota-se também, a vontade dos jovens de se soltar. Por exemplo: Se um jovem ouve da sociedade que ela é policultural, ele deseja seguir seu rumo e escolher sua própria cultura e seguimento, mas para isso, precisa da emancipação, causando um grande transtorno para a família, que lá no começo, ajudou a criar ele dessa forma.

Acredito que bastou uma crise popular para dar início a várias crises na sociedade

domingo, 23 de setembro de 2012

Inveja mata

É uma pena saber que existem tantas pessoas que sentem inveja... Por que esse sentimento ainda é tão presente entre as pessoas? Inveja é pior que ciúme, pior que tristeza, pior até que o ódio, pois inveja é silenciosa e muitas vezes está ao seu lado, mas não percebemos pois ela é casada com a falsidade. Quem possui um sentimento desses, deveria se tratar, além de doentio é inconcebível um invejoso tratar tão bem quem por ele passa.

O pior de tudo não é nem a inveja... O pior mesmo são os invejosos dizerem que amam Deus. De que adianta amar o Senhor, ter toda uma vida de crença e amor à Ele, se no fundo tem um sentimento tão nojento? De que adianta se mostrar feliz, sempre brincando, compartilhando a crença em Deus, se tem inveja do próximo? Não sei; e também não sei se gostaria de saber...

Quando um invejoso se aproxima, este consegue ser tão imperceptível que passamos a acreditar e crer no que dizem. A inveja é um sentimento que transforma a pessoa em profissional da falsidade. É notável que muitos que tem inveja, sequer se afastam das vítimas; estão sempre presente, para jogar um mal olhado e todo mau sentimento que têm dentro de si.

Mas a vida é assim; é feita de desafios, e um deles é vencer a inveja alheia. Vou me juntar a Deus, pois sem Ele nada é possível na vida e vou conseguir ganhar dos invejosos, para ser um homem feliz e de destaque na vida. Já disse William Shakespeare: “Nunca desista de seus sonhos”.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Amigo (20 de julho)

O que é “amigo”? Aquele irmão que pedimos a Deus? Companheiro de baladas, de festas, de reuniões? É aquele que sempre escuta? Que sempre está presente? Que sempre apoia, não importa o que você faça? Amigo? Ah, o amigo... Amigo é um ser especial.

Quando entramos para faculdade, descobrimos a importância de um amigo, pois lá só se encontram colegas. Raros os casos de amizades para o resto da vida, feitas na faculdade. Amigo de verdade é aquele que passa anos sem falar com você, e quando se reencontram, o tempo que passou nem é perceptível. É de uma intimidade tremenda.

Amigo é aquele que briga feio, discute, fala mal e minutos depois, está bem, como se nada tivesse acontecido. Amigo de verdade chega a ser aquele que tem mais liberdade que seu irmão ou primos.

Amigo é igual a diamante. Não pode ser feito, não pode ser escolhido. Tem de ser achado. Quando nos demos ao luxo de dizer que temos amigos de verdade, não importa a quantidade, podemos afirmar que temos sorte. Quando estamos na presença de amigos, nossa mente esquece de tudo e de todos. Só queremos aproveitar aquele momento.

Quando um amigo vai embora, ou até mesmo quando está doente, por algum motivo, o peso no coração é tão grande, que seu dia-a-dia não é o mesmo por um período. É triste saber que muitos ainda não têm o privilégio de uma boa amizade.

Mas eu posso dizer, eu tenho amigos de verdade! Feliz dia do amigo, para os meus amigos!

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Consumismo

Ao entender o que significa o “consumismo”, percebemos o quão grave é a situação, principalmente no Brasil. Quando assisti o documentário “Criança: a alma do negócio” fiquei chocado com a quantidade de crianças que são consumistas. Mas o que mais me chamou atenção, não foi esse fator e sim o quão elas são influenciadas pela publicidade exposta quase que 24 horas por dia na televisão, meio de “diversão” das crianças de hoje.

O Brasil é um país de consumistas. Não são somente os pequenos que sofrem dessa, podemos chamar, quase doença. O ato acontece muito, por incrível que pareça nas classes médias baixas, onde existe a forma de parcelamento de compras. Mas um dos fatores de compra desses produtos é o simples fato de querer mostrar ao próximo que você também tem aquele instrumento que está na moda, mesmo que não possa pagar. Gente deixa de comer, de ter uma vida saudável, se transformam em devedores... tudo para ter o que a população chama de “moda”. Mas até onde vai esse consumismo imenso?

O consumismo hoje está ligado ao entretenimento, em outras palavras, a televisão. Propagandas de produtos, muitas vezes irregulares ou alimentos que possam causar algum tipo de incômodo são passadas ali, claramente para toda e qualquer pessoa vulnerável assistir. No caso das crianças, propagandas de roupas, comidas e eletrônicos são as mais mostradas. Não se tem mais a aparição de brinquedos, elas hoje querem é eletrônico, roupas da moda e shopping. Me choquei quando vi no documentário que uma das crianças entrevistadas queria ser rainha do mundo e morar num shopping.

Quanto mais consumo de produtos na moda, mais popular você é. Nos Estados Unidos da América, nenhum produto (com exceção de carros e casas) pode ser parcelado. Se você tem o dinheiro você compra; se não, junte e pode obter. Na minha visão, isso gera certo controle do consumismo para a sociedade. Me pergunto, por que não implantar esse projeto aqui no Brasil e vermos como funciona? É claro que antes, a publicidade necessitaria de ser diminuída e/ou até proibida em alguns casos.